Lojistas do Rio estimam alta de 3% nas vendas para o Halloween
30/10/2026
(Foto: Reprodução) Festa de Haloween no Bangu Shopping
Divulgação
O comércio carioca espera um aumento de 3% nas vendas para o Halloween na comparação com o mesmo período do ano passado. A estimativa é de uma pesquisa realizada pelo Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e pelo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio), com 250 lojistas.
O levantamento ouviu comerciantes das zonas Norte, Sul, Oeste, Sudoeste e do Centro, que atuam nos segmentos de festas, decoração, cosméticos e maquiagem, vestuário, fantasias e acessórios.
Segundo a pesquisa, o gasto médio por consumidor deve ficar entre R$ 100 e R$ 200, valor semelhante ao registrado no ano passado. O cartão de crédito parcelado deve ser a principal forma de pagamento, seguido pelo cartão de débito, Pix e dinheiro.
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Para atrair os consumidores, os lojistas apostam em promoções, facilidades de pagamento e descontos no valor total das compras.
O presidente do CDLRio e do SindilojasRio, Aldo Gonçalves, avalia que a expectativa moderada de crescimento reflete o comportamento de consumidores que pretendem participar das comemorações, mas sem comprometer uma parcela significativa da renda.
“Assim, as condições configuram indicativo no qual os consumidores estão dispostos a aproveitar os festejos, mas sem ter que comprometer parcela significativa da renda para isso”, afirma.
Gonçalves também destaca que, embora o Halloween não seja um indicador direto do desempenho das vendas de Natal, a data representa uma oportunidade para os comerciantes se aproximarem dos clientes. Ele lembra que a Black Friday, com suas promoções e novidades, deve movimentar o comércio nas próximas semanas.
Zona Norte lidera expectativa de vendas
De acordo com o levantamento, a Zona Norte concentra a maior expectativa de crescimento das vendas, com alta estimada em 29%. Na sequência aparecem o Centro, com 27%; a Zona Sul, com 23%; a Zona Oeste, com 11%; e a região Sudoeste, com 10%.
Os números indicam que, apesar da previsão de crescimento geral de 3%, os comerciantes esperam resultados diferentes entre as regiões da cidade.